Xará demônio

 

Na encruzilhada

Entre o rio e a estrada

Contratei o demônio

Que sabia meu nome

 

Falei: xará,

Que tal deixar meu rabo em paz?

 

Sorriu inocente

Inebriou-me a mente

Com sua bela balela

Esclareceu-me singelo

 

Falou: xará,

Teu rabo já é meu há tempos

 

fin

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