Xará demônio
Na encruzilhada Entre o rio e a estrada Contratei o demônio Que sabia meu nome
Falei: xará, Que tal deixar meu rabo em paz?
Sorriu inocente Inebriou-me a mente Com sua bela balela Esclareceu-me singelo
Falou: xará, Teu rabo já é meu há tempos
|
fin |
| Gostou? Não gostou? Nem leu? Quer que o Mão Branca vá se foder? Escreva para ele: Mão Branca |