| Contos de fodas Suei
Joguei futebol a tarde inteira. O tempo estava úmido e o suor não evaporou. O rêgo da minha bunda ficou tão suado que achei que tivesse soltado um peido acompanhado - se é que você me entende. Despedi-me da galera e fui para casa aprontar-me para o encontro com a Patrícia, uma deliciosa amiga. Eu a conheci no cursinho e quando vi que ela tomou um fora do namorado, a convidei para fazer algo mais relaxado - como um uísque na minha casa. Ela estava vulnerável. - Oi. - Ela sorriu, apoiada na minha porta. - Cheguei mais cedo. Entrei em casa com ela, pensando em correr para o banheiro e me lavar. Além do cheiro de suor com chulé, comum após as peladas, eu sentia também o leve odor da "freada de bicicleta". Ou de trator. - O que você tem para beber? - Ela perguntou. Adorei a pergunta. - Uísque. - Respondi. - Doze anos. - Completei. Peguei uma garrafa da prateleira. No rótulo dizia que o uísque era importado e de doze anos. Eu a enchera na noite anterior com uma porcaria de um uísque nacional. Era só colocar bastante gelo que ela nem iria notar. Bebericamos uns goles e ela logo acariciou meu rosto. Meu corpo reagiu e lembrei que fedia como um porco. O suor seco ardia debaixo dos braços e minha bunda arranhava como se estivesse com areia na sunga. - Ao menos nossas bundas estão nas nossas costas, longe de nós. - Disse em voz alta. - O que? - Nada. - Retruquei. - Espere um minuto que vou tomar banho. - Não! - Ela botou a mão na parede, trancando minha passagem. - Eu gosto do seu cheiro de homem! Eu não gosto de cheiro de homem, pensei. - Quero tomar banho. - Consegui dizer. Patrícia segurou as golas da minha camisa de futebol e me tascou um beijo. Senti sua língua percorrendo minha boca seca. Ela pareceu gostar e eu adorei. Ela se virou para soltar as alças do vestido e eu dei um gole no uísque. Era ruim mesmo. Quando vi os espetaculares seios da minha amiga, decidi desesperadamente lavar minha partes. Eu fedia muito. Ela me beijou e brinquei levemente com seus seios. Não queria me empolgar. Ofereci mais um pouco de uísque, tentando embebeda-la para conseguir fugir e me lavar, mas ela não me soltou. Eu também fiquei meio alegre de tanto uísque. - Mais. - Ela falou, olhando-me nos olhos. Sua boca tinha sabor de bebida, estava ótima. Rolamos do sofá da sala para o chão. Ao menos livrei-me de minhas roupas fedorentas. Tirei a calcinha de Patrícia sem a empolgação de sempre, pois estava preocupado com minha própria cueca. Consegui enrolá-la para fora dos joelhos rapidamente e a joguei o mais longe possível. A transa ritmada logo me fez esquecer meu cheiro azedo e minha bunda com restos indecifráveis. - Ao menos nossas bundas estão nas nossas costas... - Longe de nós. - Completou a garota. - Você já disse isso. Assustei-me. Ela se lembrava do que eu falei ou estava também sentindo o cheiro de bosta podre que eu exalava? Acabei me desconcentrando no sexo. Continuei me mexendo mas tentava afastar minha bunda o máximo possível. Acho que a nova movimentação ajudou a menina a chegar ao orgasmo ou ela fingiu uma gozada para acabar com aquilo, mas logo o ato estava encerrado e ela sorria para mim. Sua pele brilhava. Ela foi ao banheiro se lavar. Porque mulher pode se lavar a hora que quer? Corri para a pia da área de serviço e joguei água no cu. Ele estava limpinho. Havia um pedaço linha de algodão do short enrolado entre os pêlos da região. Ele havia friccionado a pele do ânus e feito uma pequena assadura. Eu a estava confundindo com uma cagadinha na cueca. Patrícia voltou do banheiro com o copo na mão. Abraçou-me e me ofereceu bebida e depois os lábios. Ela havia gozado, senão estaria menos carinhosa. - O que você quer dizer com aquela história da bunda? - Perguntou. Ela estava satisfeita com o sexo, mas eu só havia começado a relaxar. - Ainda bem que elas estão atrás de nós, pois se estivessem na nossa frente estaríamos andando atrás das bundas. - Girei a mão como se enroscasse uma lâmpada. - Entendeu? Atrás das bundas?
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fin |
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