O broxa, a Baxa, o corno e o cara do pênis

 

Ontem fiz uma ecografia no saco. Para ver se estava tudo bem.

O médico ficou passando o sonar molhado com um gel transparente e gelado em cada bola. Media o tamanho, reconhecia os canais de esperma e procurava cistos.

- Segure o pênis para cima. - Pediu, olhando-me nos olhos. Eu tava pelado, apenas de meias e coberto nos ombros por um camisão sem botões que parecia de papel.

- Segurar meu pau para cima? - Perguntei. Eu renomeava meu membro. Detesto quando chamam meu pau de pênis.

***

O Markim me contava sobre a noite anterior, quando levara uma garota para uns amassos na barragem do rio Torto.

- Botei meu pênis para fora. - Disse. - Ela ficou batendo punheta.

- Nem uma lambidinha? - Perguntei.

- Nada. - Ele olhou para o nada. - Mas hoje eu sei que vai rolar. - Havia uma luau numa fazenda. Estávamos convidados. - Lá no luau ela vai me dar.

A festa estava boa. Havia uma fogueira e uma mesa de som, tocando rock'n roll. Avistei o Markim saindo com uma garota no carro. Não consegui vê-la direito.

No outro dia, contou-me o que havia ocorrido.

- Não rolou. - Disse, olhando para minha camisa. - Ela não deu.

- Por que?

- Não sei. - Estava pensativo. - Eu tirei a roupa. - Imitou o movimento para tirar a camisa. - A gente ficou no malho. Puxei a cabeça dela mas ela saiu fora. Tentei tirar a roupa dela mas reclamou. Só consegui os peitinhos. - Ele me olhou sorrindo. - Que peitinhos! Peitões, na verdade!

Senti inveja. Ontem eu havia bebido tanto que dormi no carro com a garota que beijava. Acordei sozinho e sem lembrar do que havia acontecido.

Uns dias depois encontrei uma amiga chamada Baxa. Era apelido, por ela ser baixinha. Toda gostosinha mas tinha namorado, também meu amigo.

- Oi, Baxa.

- Você não vai contar nada pro meu namorado, vai? - Ela estava aflita.

Não falei mais nada. Esperei ela soltar o verbo.

- Você sabe que ele é meio corno. - Ela sorriu. - A gente mesmo já ficou junto.

- Vocês estavam separados. - Eu a lembrei.

- Eu sei, - Seu olhar era malicioso. - mas a segunda vez que a gente se beijou eu estava com o corno.

Disso eu não sabia. Eu sabia apenas que eles viviam se separando e voltando.

- Baxa, você é minha amiga. - Eu a segurei pelo rosto. - Confie em mim. - Eu jamais contaria nada, principalmente por eu mesmo já tê-la beijado.

Houve a divulgação de um novo filme norte-americano numa quarta feira. Arrumei convites e os distribui entre amigos. O Markim levou a Baxa.

- Você tá louco? - Perguntei. - Ela tem namorado!

- Você a conhece? - Disse Markim, meio surpreso. - Ela não me contou. Que história é essa de namorado?

- Ela tem namorado, cara. - Eu falava rápido, antes que Baxa voltasse do banheiro. - O cara também é meu amigo. É maior do que eu. - Eu era maior que o Markim, portanto ele veria o tamanho do cara.

Baxa voltou do banheiro. No outro dia fui saber as fofocas.

- Eu a levei para o morro do careca. - Disse Markim, radiante. - Comi.

Eu apreciava a suscitês do Markim. Ele nunca contava detalhes, nunca expunha suas mulheres nos sórdidos comentários de proezas sexuais. Sempre o achei um cavalheiro, nunca o considerei um vilão, como descobri depois.

Vi a Baxa na faculdade. Ela fingiu não me ver e fugiu. Nem dei importância. Poucos dias depois quase esbarramos num corredor. Ela se viu obrigada a falar comigo.

- Oi. - Sua voz estava tão baixa quanto ela.

- Oi, Baxa, belesma?

- Não. - Ela olhou para os sapatos. - Voltei com o corno. - Seus olhos azuis encararam-me com súplica. - Não contei sobre o seu amigo.

- Baxa.- Fiz uma pausa pensada. - Eu não tenho nada com isso. - E expliquei. - Não vou contar nada!

Ela sorriu com lábios frios. Beijou-me na bochecha do rosto e seguiu seu caminho.

Alguns meses se passaram. Markim arranjou uma namorada fixa. Ela o chamava de "meu pequenininho". Quase morríamos de rir cada vez que ouvíamos aquele apelido. Como bons amigos gandaieiros, já havíamos feitos farras nos bordéis da cidade. Todos juntos e pelados no mesmo quarto com as putas. Conhecíamos os tamanhos de cada um. Markim era o menor da turma. Na verdade, era tão pequeno que nunca comentávamos o assunto, temendo magoar o dono daquele membrinho inútil.

- Pô, Markim, - Eu falei com voz de ofendido. - como é que você deixa a sua mulher te chamar de pequenininho?

- Ela diz que eu sou o namorado mais novo que ela já teve. - Respondeu de pronto. - Por isso é que sou o pequenininho. - Girou a mão no ar como se encaixasse uma lâmpada. - Pequeno na idade, entendeu.

- Entendi, mas não aceitei.

Tentando mudar de assunto, Markim falou:

- Gostosa mesmo era aquela sua amiga, a Baxa. - Eu não queria saber, mas ele continuou. - Ela é baixinha mas tem o corpo muito bonito. Dois peitões. - Ele mostrava os tamanhos com as mãos em concha. - O melhor era a bucetinha rosa. - Botou a língua para fora. - A menor bucetinha que eu já vi. Pequenininha como ela.

Eu havia lido que o tamanho das bucetas era relativo ao tamanho das mulheres. Mulher grande, bucetão. Mulher pequena, bucetinha. Começava a me interessar pela história.

- Bucetinha, é? - Disse, para soltar a língua de Markim.

- É, uma bucetinha pequenininha. Nunca vi tão pequena. - Eu sabia que Markim tinha boa experiência com bucetas. - E rosa. Quase sem pêlo.

- Cheirosa? - Perguntei, segurando a baba.

- Eu não lambi. - Respondeu, quebrando meu encanto. - Não sei o cheiro.

- Por que você não lambeu?

- Por que não, ora! - Riu-se. - Eu queria comer, não lamber buceta. - Não expliquei para meu amigo que meu conceito para comer uma mulher abrangia lamber a buceta e os peitos, botá-la de quatro e de lado, fazê-la gozar rebolando no pau e terminar o sexo enxugando o suor do rego de sua bunda com os dedos.

Passei alguns dias pensando na pequena buceta da Baxa. Fiquei com desejos. Ela era realmente bonita, loira e agora tinha uma bucetinha rosa. Eu queria saber se ela também era cheirosa, porém ela mesma anunciou que voltou com o corno. Eu deveria respeitar sua decisão, mesmo porque o corno era meu amigo.

Algum tempo se passou. Um amigo de um amigo foi se casar e os gandaieiros armaram uma despedida de solteiro. Encontrei o corno na festa. Batemos as cervejas e comentamos sobre as cuecas.

- A minha é presente da Baxa. - Disse, exibindo uma bela cueca samba-canção de seda marrom.

- Seu canalha! - Ri. - Vem pra putaria com a cueca que foi presente da namorada? - Abracei o corno. - É todo mundo corno mesmo! - Não sei o que meu amigo achou do meu comentário, mas saímos rindo em direção a um quarto.

Na cama no centro do quarto o noivo estava amarrado com lenços. Nu. As putas dançavam sobre ele e desdenhavam de seu pau.

- Endurece isso para a gente! - Disse uma morena meio feia mas bem gostosa.

- Ele endurece? - Perguntou uma negra e todos caíram na gargalhada.

Um amigo muito embriagado gritou:

- Todo mundo pelado! - O bando de bêbados começou a tirar as roupas, jogando-as pelos cantos. Em segundos o quarto estava repleto de jovens pelados. As brincadeiras e sacanagens faziam do ambiente uma balbúrdia total.

Um puta levantou-se na cama.

- Esse cara não! - Apontou para o corno. - Ele não pode! - Chamou uma Dona Selma Pantoja, que entrou no quarto esbaforida. Era uma senhora magra de dentes tortos e com pele de maracujá. - Olha o tamanho do pau desse cara! - A puta olhava diretamente para o meio das pernas do corno. - É muito grande. Vai doer demais. Eu não quero.

Olhei o meu amigo. Ele era realmente descomunal. Algo como o dobro do meu, em tamanho e largura. Um genuíno jumento. Olhei alguns outros membros para comparar com o porte do meu próprio, pois fiquei envergonhado. Era quase igual o da maioria, apenas um pouco mais cabeçudo.

Tive que explicar para a tal Dona Selma Pantoja que ninguém iria transar com as putas, apenas queríamos fazer uma farra amigável no quarto. Ficaríamos pelados, cobriríamos o noivo com peitos e bucetas e depois desmaiaríamos bêbados. Ao menos era isso o que iria acontecer comigo.

- Tudo bem, mas quem meter tem que pagar. - Olhou o corno. - Se ele quiser meter, eu tenho uma mulher que o agüenta.

Procurei com os olhos todas as putas do quarto. Sussurrei ao ouvido da puta velha: - Quem?

- Eu. - Respondeu.

Acordei no sofá da sala do puteiro. Reuni os amigos esparramados. Alguns pelados, outros vomitados. Encontrei o corno na cama da dona do bordel.

Passei dias imaginando a Baxa transando com o Markim e com o namorado. Markim , o homem do pênis, seu membro era tão pequeno que mesmo o dono não o chamava de pau, mas simplesmente de pênis. O nome pau dava uma certa nobreza ao membro, uma condição superior do que simplesmente o nome científico pênis. Imaginei também a Baxa transando com o namorado corno. Eu estava impressionado com a desproporcionalidade do cara. Imaginei que ele não pudesse usar sunga de banho, com risco de ser processado por atentado ao pudor. Seu pau era gigantesco. Um caralho! Como devia se comportar a Baxa com cada um deles? Como ela se comportaria comigo?

Encontrei minha amiga numa festa. Todos estavam presentes: eu, sempre acompanhado de uma boa garrafa; a Baxa; com sua pequena buceta; o corno, que estava novamente separado da Baxa e o Markim, com a namorada que o chamava de pequenininho. Bebi bastante enquanto conversava com a Baxa e outras pessoas. Meio embriagado, consegui afastá-la do assunto comum e perguntei como estavam seus namoros.

- Tô sozinha. - Respondeu simplesmente.

- Mas, você está bem? - Eu queria saber como tinha sido transar com um cara de pau tão pequeno depois de ter namorado um jumento. - Em relação ao corno e ao Markim, você tá bem?

Ela me puxou para fora da festa. Iria me contar algo muito sério. Entramos no meu carro e descemos a rua até um lugar mais deserto. Quando parei, abri minha inseparável garrafa e molhei a garganta, preparando-me para ouvir.

- Eu ainda gosto do corno. - Ela falava pausadamente, explicando cada palavra. - Mas ele não me dá segurança. Descobri que ele e outros filhos-da-puta foram a uma despedida de solteiro e transaram com as prostitutas. Todos transaram. - Epa, pensei, eu não! Ao menos não me lembrava. - O Markim é um otário. - Olhou-me para ver se eu defenderia o amigo. Bebi um gole. - Na primeira vez que me beijou já botou o pinto para fora. Fiquei assustada, tão rápido. Nem olhei direito. Depois nos beijamos novamente e ele tentou puxar minha cabeça para seu pênis. Olhei o pinto e fiquei mais assustada ainda. Achei que ele fosse aleijado de tão pequeno. Nos outros dias ele mal pegava nos meus peitos e já botava o pênis para fora. Eu batia uma punheta e ele sossegava. - Pensou um pouco. - O Markim é bonito, interessante, mas o jeito dele ... essa mania de botar o pênis para fora da calça... e aquele pênis tão pequeno...

Ela se contorcia de nojo. Eu olhava para ela como se olha para um aparelho de rádio, esperando a próxima música.

- A gente transou. - Falou em tom de confissão. Bebi mais um gole, para mostrar que eu não era um padre. - Foi horrível. Estávamos no carro. Ele ficava gemendo e eu nem sabia se o pau estava dentro de mim ou não. Logo ele gozou. Foi horrível.

Bebi mais um gole. Cocei a orelha como alguém que muda a estação numa rádio.

- Nunca contei para o corno. - Ela respirou e pareceu organizar as idéias antes de voltar a falar. - Semana passada ele me pediu em casamento. Disse que não podíamos mais ficar nessa indecisão. Acho que fez isso pois eu descobri sobre a despedida de solteiro. - Escutei a palavra casamento e fiquei um pouco mais alerta. A bebida já tinha subido e descido da minha cabeça várias vezes. Eu escutava a história da Baxa com muita atenção, mas minha cabeça estava concentrada apenas no seu decote e nas suas pernas dobradas sobre o banco. Estava de jeans. Eu imaginava a pequena buceta rosa espremida dentro de todo aquele pano, ela precisava de ar. Quem sabe de umas lambidinhas também? - Eu disse que iria pensar e ele ficou com raiva. Disse que eu deveria aceitar logo de uma vez. Você me entende? - Ela segurou minha mão. - Não posso aceitar de uma vez. Tenho que experimentar outras coisas.

A frase acendeu meu farol como um meteoro ilumina o céu.

- Que coisas? - Perguntei num sussurro.

- Coisas. - Ela respondeu. - Outras coisas. - Beijou minha boca com suavidade. Depois cobriu meus lábios e passeou com a língua sobre a minha. Nos agarramos com tesão.

Ela rapidamente tirou a camisa. Eu a ajudei a tirar o jeans e as sandálias. Ela estava apenas de calcinha no meu carro e era maravilhosa. A bebida me fez achar que sua pele branca brilhava, mas depois percebi que era apenas o reflexo da luz da lua. Beijei os seios arredondados apontados para cima. Puxei sua calcinha com dois dedos. Ela usava uma tanga que realçava a bundinha redonda. Beijei seus joelhos, suas coxas, lambi sua virilha.

Ela era cheirosa. Muito cheirosa. Passei a língua no clitóris. Adorei seu gosto. Lambi toda a bucetinha, deixando-a úmida. Enfiei a língua mais fundo e voltei ao clitóris, lambendo-o mais rapidamente. Ela suspirou profundamente e puxou minha camisa pelos ombros. Tentei continuar chupando aquela xoxotinha maravilhosa mas sua dona atacava meu cinto, arrancando vários pêlos da minha pêlvis. Tirei as calcas e a cueca e aproveitei para beber mais um gole da garrafa. Voltei-me para a Baxa. Posicionei meu corpo entre as penas da garota. Segurei seu seio esquerdo e preparei meu pau para entrar em ação.

Ele estava mole.

Olhei para o meio das minhas pernas e vi meu pau serrado no mais profundo sono. Beijei os seios da Baxa novamente. Peguei sua mão e a coloquei nos meus bagos. Ela massageou minhas bolas e segurou meu pau. Tentou masturbá-lo mas a flacidez impediu. Ela o botou na boca. Chupou durante alguns segundos. O barulho de uma chupeta sendo mastigada me derrotou totalmente.

Sentei-me no banco de trás do carro.

- Vou me vestir. - Ela disse.

- Espera. - Tentei beijá-la, mas ela me rejeitou. A tonteira da bebida e a vergonha da brochada fizeram minha cabeça rodar. Eu via a garota nua, deliciosamente nua, se vestindo pois eu havia brochado mas não conseguia distinguir se naquele momento eu estava acordado ou se sonhava. Se sofria um pesadelo, na verdade.

Dirigi de volta para a festa. Fui bem devagar, não conseguia enxergar direito. Os olhos estavam turvos de ressaca, dor de cabeça e humilhação. Notei o dia raiando. Estávamos fora havia muito tempo. Não havia mais ninguém na festa.

- Eu vou te deixar em casa. - Falei.

- Deve ter sido a bebida. - Ela me olhou. Havia carinho. Fiquei mais calmo. Imaginava se ela iria me culpar de ser broxa ou se pensaria bobagens como "não sou desejada".

- Tomara. - Respondi. - Ou então eu sou um broxa fodido.

Estacionei em frente a casa da Baxa. Ela abriu a porta. Virou-se para mim e beijou-me no rosto.

- Eu gozei. - Ela disse. Não sei se mentiu para amenizar meu desastre ou se era verdade.

- Gozou de mim. - Respondi, tentando ser divertido.

Ela saiu do carro e eu corri direto para casa. Meu pai ainda não havia acordado. Chamei-o no quarto e fomos para a sala conversar.

- Eu broxei. - Disse, com lágrimas nos olhos baixos.

- Eu também já broxei. - Respondeu meu pai. Só não voltou para o quarto naquele momento pois gastou mais uns minutos me dizendo para deixar de ser bobo por me preocupar com aquilo. - Amanhã você nem vai se importar. - Abanou a mão no ar como se espalhasse um peido. - De qualquer maneira, vá fazer um teste no pênis.

- No pau. - Corrigi.

- Isso. - Bocejou, meu pai, e voltou a dormir.

No outro dia eu ainda me importava. Demorei muitos meses para deixar de me importar com minha primeira - e única - broxada. Eu estava ainda mais decepcionado por todas as condições: broxei com uma amiga que era a mulher de um amigo e que tinha a menor bucetinha do mundo. Eu havia provado. Ela era realmente pequena, rosa e deliciosamente cheirosa. Eu queria tê-la sentido abraçando meu pau, mas simplesmente broxara. Lembrei que no momento que estava com a Baxa imaginei como ela classificaria o tamanho do meu pau. Será que ficaria mais para o lado do Markim ou mais para o do corno? Talvez isso tivesse me afetado, além da bebida, do sono, da prova que teria na faculdade e outras dezenas de desculpas que me atribui.

Um tempo depois escutei que a Baxa e o corno havia oficializado o noivado e marcado o casamento. Foi uma bela festa. Até hoje me pergunto se minha broxada não induziu a Baxa a deixar de experimentar "outras coisas" e a fez se decidir por casar.

Gosto de pensar que o pequeno pênis do Markim também pode tê-la influenciado, afinal, aceitar um noivo corno com um caralho enorme é melhor que aproveitar a solteirice com um broxa e um infra-dotado.

***

Quase ao final do exame, o médico tirou os olhos do monitor e virou-se para mim.

- Ainda vou examinar as fotos - Tirou os óculos. - mas posso dizer que você tem a saúde perfeita! - Seu semblante ficou ameno.

- Ufa! - Eu disse, sorrindo. - Nessa região é preciso ter cuidado!

O médico me ofereceu folhas de papel toalha para limpar o gel do saco. Tirei o excesso, mas teria que tomar banho para ficar limpo. Aproveitei a lambança e fiz um penteado nos pentelhos e nos cabelos do saco: um topete igual ao do Elvis.

 

fin

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